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Poema

Incensos - João da Cruz e Sousa

Dentre o chorar dos trêmulos violinos, 
Por entre os sons dos órgãos soluçantes 
Sobem nas catedrais os neblinantes 
Incensos vagos, que recordam hinos... 


Incensos - João da Cruz e Sousa - Poema

Dentre o chorar dos trêmulos violinos, 
Por entre os sons dos órgãos soluçantes 
Sobem nas catedrais os neblinantes 
Incensos vagos, que recordam hinos... 

Rolos d'incensos alvadios, finos 
E transparentes, fulgidos, radiantes, 
Que elevam-se aos espaços, ondulantes, 
Em Quimeras e Sonhos diamantinos. 

Relembrando turíbulos de prata 
Incensos aromáticos desata 
Teu corpo ebúrneo, de sedosos flancos. 

Claros incensos imortais que exalam, 
Que lânguidas e límpidas trescalam 




As luas virgens dos teus seios brancos. 



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